segunda-feira, 6 de setembro de 2010

London Underground

em greve. lolol

Salta logo à cabeça a música dos Amateur Transplants. LINDO!!

Amanhã até quero ver. Para já a coisa funciona, segundo o site oficial.

Esperemos q sim.

sábado, 15 de maio de 2010

gente pequenina

Então uma senhora professora posou para a Playboy e agora vai ser...hm...recolocada. Ou seja, vai deixar de dar aulas ao meninos.
Mas esta merda tem algum jeito? Ela pode fazer o q quiser. Desde que continue a cumprir bem as suas funções como professora, qual é o problema? Tirar umas fotos mais ousadas numa revista conhecida pela sua classe tem algum mal? Se ela é gira... Além disso, é bem preciso ter um trabalho extra para completar o salário de prof contratado pela cãmara. Fez as coisas às claras, n escondeu de ninguém. N é como muita boa gente q anda aí na noite(fora da cidade onde vivem claro!!!) a venderem-se mara manter o estilo de vida e as aparencias. Patético.
Grande mulher. E depois vêm os puritanos "ai, é este o exemplo q vamos dar às criancinhas?" Sim, um exemplo de alguém q n fez nada de mal, q n se escondeu. E q é gira pa caralho. lol Ao contrário, aposto, da maior parte das mães escandalizadas q só queriam ter um terço da beleza e coragem da senhora professora. E dos pais q só queriam ter um mulherão daqueles na cama todos os dias. Todos os dias era um bocado demais, pq n têm power para tanto. Uma vez por semana.
Um professor tem q se dar ao respeito. Claro q tem. Mas um professor é uma pessoa. E cada um luta com as armas que tem. Por alma de quem é q ela n ha-de usar a sua beleza? É imoral? Só se for para as feias...
Deus me livre, tanto puritanismo, numa região q é conhecida pelos bares de alterne, a maioria cheia de prostitutas ilegais. Pode ser se for escondido? HIPÓCRITAS!! E ela nem sequer é puta, apenas tirou umas fotos! HELLOOOOOOOO!! DAAAHHHH! Ai gentinha... Haja paciência para vos aturar.
Eu n tenho filhos. Mas se tivesse, n me parece q tivesse problema nenhum com isto. Desde q a professora fosse uma boa profissional, lhes ensinasse o q tinha de ensinar...
O que ela faz fora da escola ninguém tem nada a ver com isso. Não se pode ter carreiras paralelas? A Kátia Guerreiro n é médica?? Puta q pariu, aqui há uns anos ser fadista/cantora/actriz era quase o mesmo q ser puta!!

Acordem. Filha da puta de país. Não sei como é que consigo gostar tanto de Portugal.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

It goes on and on...

Well, it looks like we'll be having volcanic ash related misery all summer... The bloody icelandic volcano doesn't stop erupting and we are literally at mercy of the winds. So, everytime the wind blows from the northwest, we are fucked.
Filha da puta...! É preciso uma paciência... É qu há o risco de quando chegar a altura, eu não poder voar!! HEY, ESTOU HÁ 3 SEMANAS SEM IR A CASA, VÔO DIA 22 AND I AM FUCKING COUNTING ON BOARDING THAT FUCKING PLANE!!!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Reality check

Bem, esta ultima semana foi de loucos. Desde a 5a feira da ultima semana que um vulcão na Islândia (o nome é demasiado complicado...) resolveu entrar em erupção e mandar uma núvem de cinza para o resto da Europa do norte. Com o vento a ajudar, essa núvem obviamente q tinha de vir ter aqui. Resultado: 5 dias com o espaço aéreo fechado. O q é fantástico para quem vive numa ILHA!!! Porque sem aviões, daqui só se sai ou de barco, ou de combóio. Ora bem, de barco, se se sair de outro lado qq sem ser o canal, a coisa ainda podia resultar. Mas Dover, Folkestone e afins... É PARA ESQUECER. Para não falar nos combóios. Obviamente q o eurostar e os comboios do Eurotunnel estavam lotados.
Ou seja, quem quisesse sair ou entrar aqui, esteve, basicamente, fodido.
E rai's ma parta, se n me pôs as coisas em perspectiva!! ESTA MERDA É UMA ILHA! Se volta a acontecer uma coisa destas (e os cientistas dizem q há um vulcão ainda MAIOR ao lado daquele prontinho a ir) só se sai daqui a NADO!! Há pessoal que só vai regressar a casa para a semana!! E quê?? Se passar mais de três semanas sem ir a casa ou vir alguém, não dá!! É por isso que vim para aqui, porque posso ir a casa regularmente. NÃO É PARA FICAR REFÉM DUM FILHO DA PUTA DUM VULCÃO QUALQUER PERDIDO NO MEIO DO ATLÂNTICO NORTE!!! QUE EM VEZ DE ATORMENTAR AQUELES CABRÕES QUE ANDAM A MATAR FOCAS E URSOS POLARES, RESOLVE MANDAR CINZA PARA CIMA DE GENTE QUE DE FACTO FAZ ALGO DE ÚTIL NA VIDA!!

Dá vontade de fazer as malinhas e xau aí.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

It was a nice day

Ontem foi o aniversário do Sir William Shakespeare. Houve um free event @ The Globe theatre. Fabulous. Aquilo é mesmo giro. Recontruir o teatro o mais fielmente possível, foi muito bem feito. Só foi pena não terem apresentado uma peça. Mas já deu para visitar tudo, o que não é totalmente mau. Eu gostei imenso. E o tempo esteve fantástico! O que para esta altura do ano é qq coisa de extraordinário. Poder andar sem meias em Abril, em Londres. Boy, global warming is really there!
E depois havia um cheirinho a água, quase a maresia ali pertinho do rio... Que maravilha.
Se não se aproveitar as coisas boas que tem aqui...então que se foda lá isto tudo.

domingo, 11 de abril de 2010

Estive a ler parte do blogue da Belle de Jour. lololol uau, now that's something! lolol Pode-se considerar no mínimo, educativo.lololol Gostei. Ao menos ela admite que faz aquilo porque gosta. And she is paid a LOT of money for it.
Grande mulher. Gostei dela.
lolololol Brilliant!
Mas é preciso ter tomates para ser uma call girl. Mesmo de luxo. No way. But well done her.

sábado, 10 de abril de 2010

Supermassive Black Hole

Thank God I'm far away, otherwise I'd fuck up everything. I just know it. But if I was there, I would have never found out. He would have never told me. And I would never feel more beautiful than Helena Christensen...(he needs therapy, I know).

But it doesn't make sense. To fuck up everything for an illusion. There is too much at stake.

I remeber watching a brasilian soap opera in which one of the romantic couples were cousins, and thinking about us. Bloody hell, that was painful.
Because the only thing we can remember is a massage (why didn't you turn around????) and a fucking closed door that even today makes my heart beat faster. That damned door that should have been opened.

Why the hell am I thinking about all this stuff anyway? BECAUSE I AM HERE ALONE AND MY FUCKING BRAIN STOPPED WORKING, THAT'S WHY!!!

Life goes on

E assim, passado um mês (mais ou menos) daquela descoberta fantástica, cá estou. Agora mais calma, com a cabeça no sítio. Temos conversado imenso. Mais vale deitar tudo para fora duma vez, do que andar tempos infinitos a matutar no assunto. E estamos bem à vontade com a situação toda, fartamo-nos de brincar! LOL
Mas ainda é muito difícil de acreditar...
Eu sei que agora já não sinto a mesma coisa, na altura forcei-me a esquecer aquele amor louco e consegui.Mas sei que vai ser estranho quando nos encontrarmos outra vez (seja lá quando for!!). Ele diz-me que nunca vai conseguir agir normalmente perto de mim. E eu acredito. Mas para mim, o normal é ele agir como sempre agiu: mal fala, mal olha e definitivamente, não toca. Porque sempre me amou demais para conseguir fazer qualquer dessas coisas normalmente. Porque se me tocasse, perdia o controlo.
E nunca houve nada. Nem um carinho. Nem uma palavra. Muito menos um beijo. Apenas olhares, aqui e ali.
Ele diz-me que sou a mulher mais linda do mundo. Ao menos, quando a minha auto-estima estiver em baixo, já sei a quem me dirigir lolol
Fica a saudade de algo maravilhoso que nunca aconteceu.

quarta-feira, 24 de março de 2010

What brings us impossibly close, makes us irrevocably apart

I'll sing it one last time for you
Then we really have to go
You've been the only thing that's right
In all I've done

And I can barely look at you
But every single time I do
I know we'll make it anywhere
Away from here

Light up light up
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear

Louder louder
And we'll run for our lives
And I can hardly speak I understand
Why you can't raise your voice to say

To think I might not see those eyes
It makes it so hard not to cry
And as we say our long goodbye
I nearly do

Light up light up
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear

Louder louder
And we'll run for our lives
And I can hardly speak I understand
Why you can't raise your voice to say

Slower slower
We have no time for that
All I want is to find an easy way
to get it off our little heads

Have heart my dear
We're bound to be afraid
Even if it's just for a few days
Making up for all this mess

Light up light up
As if you have a choice
Even if you cannot hear my voice
I'll be right beside you dear


Run,
Snow Patrol


terça-feira, 23 de março de 2010

Redefinir o passado

Estes dias descobri que andei enganada desde os meus quê, 15 anos? Ou qualquer coisa assim.
Nessa altura, tive uma paixão avassaladora por um primo meu. Daquelas de mover montanhas e de enfrentar tudo que apareça. Por ele, faria frente à família toda. E tudo fiz para lhe dar a entender o que sentia e tentar obter uma reposta. Nada. Até recentemente, sempre pensei que tinha sido absolutamente ignorada, até porque na altura, ele nunca, mas nunca demonstrou nada. Uhhhh, painful! Portanto, durante metade da minha vida vivi com a convicção que devia ter qualquer coisa de errado.
Estava completamente enganada.
Na noite em que o Porto perdeu 5-0 com o Arsenal, tive a conversa mais extraordinária da minha vida. Senti-me o Indiana Jones a abrir a Arca Perdida.
Nessa noite, em conversa com o meu primo,convenientemente pelo messenger, ele, muito casualmente, a respeito duma fotografia minha, disse-me que sabia que tinha acertado em cheio ao escolher-me como primeiro amor. Choque.
Tu? Quem teve uma huge crush por ti fui eu! Ele pensava que eu sabia. E que durante todo aquele tempo estava a esconder os sentimentos da mesma maneira que ele. Mas fazia algum sentido, eu esconder o que sentia, se tudo o que fiz foi para o demonstrar?
Conversamos a noite inteira. De peito aberto, como se costuma dizer. Mais choque. As descrições dos sentimentos dele podiam bem ser as minhas. Inacreditável. E as coisas de que ele se lembrava. Impossível. Não pode ser. Aquela bendita massagem. E aquela interdita porta. E este maldito sangue.
Como é que se desperdiça um amor assim? Por medo.
Durante dois dias foi a confusão total. Impossível. Como é que não me agarraste logo ali? Não foi por falta de vontade.
Bloody blood.
What brings us so impossibly close, makes us irrevocably apart.
Depois a revolta. Porquê???!!
Depois a aceitação. Agora não há nada a fazer. Agora nunca vamos saber. Mas nunca vou conseguir agir normalmente perto de ti. Não pode ser.
Agora brincamos. De facto não há nada a fazer. Os sentimentos mudam e o fulgor dos 15anos já não volta.
Only the pain of what it should have been remains. Because it should have been.
E é um up de estar aqui, longe, a 2000 km. Se estivesse lá, nunca teria sabido. E se soubesse lá... provavelmente teria tido uma atitude a quente. Not wise.
Há demasiado em jogo. Por algo que devia ter sido. Mas há muito que já não é.

Thank you for letting me know.

sábado, 6 de março de 2010

Entrada

Isto de morar aqui sozinha tem muito que se lhe diga.
Quando vim para cá em 2007, deixei tudo em Portugal. Não foi fácil. Habituar-me à língua, a esta maneira de viver, a usar o London Underground. Credo, mas haverá coisa pior que o metro de Londres?? Claro que são milhões de pessoas a usar o metropolitano, mas haja paciência... E os autocarros? Por alguma razão que me transcende, os motoristas não podem desligar o aquecimento. Pelos vistos já vem ligado de origem. No verão é fantástico. É mais calor dentro que fora. Não é que os Verões aqui sejam muito quentes. Pelo menos na maior parte dos dias.
Mas uma pessoa habitua-se. A quase tudo pelo menos.
Londres não é só uma cidade. Não é só a capital da Inglaterra. É um mundo à parte. Há Londres e o resto do país. É onde as coisas acontecem.
E de alguma maneira, sinto-me orgulhosa de viver aqui. Apesar de tudo que tem de mau, apesar das saudades que tenho do meu país. Quando um dia me for embora, vou ter saudades. E vou ter de voltar. Para vir aos saldos, pelo menos.